sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
“Grande Ordem de Mérito - Assossiativismo e Solidariedade"
distinguido pela ACDR de Freixo de Numão com o Diploma
“Grande Ordem de Mérito - Associativismo e Solidariedade”
terça-feira, 7 de junho de 2011
CAMPANHAS DE SOLIDARIEDADE
No pretérito dia 13 de Maio, a reunião da Comissão alargada da CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) de Vila Nova de Foz Côa decorreu um pouco diferente do habitual.
Com efeito, a gerência dos Talhos Boiro, na pessoa da Senhora D. Mónica, aproveitou a ocasião para, nesse dia, proceder à entrega a esta Comissão de uma grande quantidade de material escolar (lápis, esferográficas, borrachas, cadernos, etc.), equipamentos de natação (fatos de banho e toucas) e material destinado à educação musical, designadamente, cadernos e flautas, material este que será distribuído oportunamente pelas crianças mais carenciadas do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas desta localidade.
De referir que este patrocínio surgiu na sequência da Campanha de Natal 2010 que os Talhos Boiro levaram a cabo na sua loja de Vila Nova de Foz Côa, e segundo a qual se comprometiam a fazer a entrega de €
Também no decurso dessa mesma reunião, o Núcleo de Árbitros de Vila Nova de Foz Côa, através do seu representante Sr. Daniel Soares, doou a esta Comissão uma quantidade muito significativa de tampas de plástico, fruto da recolha que este organismo tem vindo a efectuar, com a prestimosa colaboração do Café Havaneza, desta cidade, e do Carlos Trabulo, figura muito conhecida e estimada por todos os Fozcoenses.
Do destino que for dado a estas tampinhas daremos conta oportunamente, mas não deixarão decerto — disso estamos convictos — de contribuir para a felicidade de uma qualquer criança e de seus familiares deste concelho, tal como já se verificou numa outra prática deste cariz levada a cabo anteriormente.
Embora já o tenhamos feito pessoalmente, aproveitamos o ensejo para, uma vez mais, agradecer calorosamente ao Núcleo de Árbitros e aos Talhos Boiro estas suas acções de solidariedade. Um exemplo a seguir neste nosso mundo cada vez mais conturbado e egoísta...
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Dia Internacional da Mulher
Cumprimentos
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Sócios Fundadores do NAF
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Faleceu o Adriano Beijoco
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
4º Jantar Convívio - Abril 2010
domingo, 11 de abril de 2010
NAF Oferece Livro a Equipa de Futsal

sexta-feira, 26 de março de 2010
3º Jantar Convívio
Desfile Etnográfico/Alegórico
Manual Auxiliar para Árbitros de Futsal
Vila Nova de Foz Côa, 22 de Março de 2010
Daniel Soares
quarta-feira, 24 de março de 2010
AVISO
sexta-feira, 19 de março de 2010
GD Foz Côa e Fernando Nevado galardoados na 12ª Gala do Nova Guarda
sexta-feira, 12 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
2º Jantar Convívio do NAF
Decorreu no passado dia 26 de Fevereiro 2010, na Mêda, no Restaurante “o Pito”, o 2º Jantar convívio do NAF. Desta vez a organização esteve a cargo do associado João Ferreira (Batata). O repasto teve início por volta das 20h00 e terminou por volta das 22h00 e contou com a presença de 8 associados.quinta-feira, 26 de novembro de 2009
1º Congresso Internacional de Arbitragem - APAF
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Mais uma Época

Fernando Nevado
Árbitro vencedor do Troféu “João Adónis” em entrevista ao jornal NOVA GUARDA
“Vamos fazer mais uma época”
As pessoas não têm prazos de validade. Muito menos no futebol. E Fernando Nevado, não fez mais do que confirmar essa teoria. Considerado o árbitro mais regular pelo Jornal Nova Guarda, Nevado, natural de Foz Côa, não se escondeu das questões optando uma postura semelhante aquela que adopta dento das quatro linhas: seguro, sereno e frontal. Aos 45 anos Fernando Nevado garante que vai continuar pelo menos mais uma época.
Nova Guarda (NG) – O facto de ser um árbitro experiente, com conhecimento profundo do futebol distrital, ajuda-o na análise instantânea que faz aos lances?
Fernando Nevado (FN) - Claro que a experiência adquirida, enquanto jogador e também como árbitro assistente dos quadros nacionais, tem sido muito útil na minha carreira.
NG – Este foi o último ano do Fernando Nevado enquanto árbitro, ou vai continuar nos campos do distrito da Guarda pelo menos mais uma época?
FN - Estamos a pensar seriamente em continuar. Na época passada, já no final, os meus colegas pensaram em deixar a arbitragem. Por mais que me custasse teria que respeitar a decisão deles e pensar que seria a última época. Voltamos a falar, depois das férias, e decidimos fazer mais uma época. Depois disso, logo se vê.
NG – O que é que ainda o motiva para continuar na arbitragem?
FN – Essencialmente é o gosto que tenho pela arbitragem e pelo futebol. O que sinto quando estou dentro de um campo de futebol é o que mais me motiva a continuar.
NG - Considera que esta época o Fernando Nevado foi mesmo o melhor árbitro do distrital?
FN – Sim. Que me desculpem os meus colegas de arbitragem, mas esta época foi excelente para a minha equipa. Trabalhámos muito para que tudo fosse perfeito. O Concelho de Arbitragem, e os próprios observadores, partilham da mesma opinião, até porque obtive o 1º lugar na classificação oficial da Associação de Futebol da Guarda.
NG – Na sua óptica quais foram os factores que mais lhe favoreceram para que tivesse uma época tão positiva?
FN – Comecei a trabalhar logo no início da época para atingir esse objectivo. Depois, houve uma série de factores e pontuações, que fui obtendo juntamente com a minha equipa, que fizeram com que eu achasse que tinha capacidade para atingir o 1º lugar. E com bastante trabalho no dia-a-dia consegui fazer uma grande época.
NG – Considera que se tivesse tido outras condições podia ter chegado a árbitro dos principais escalões do futebol português?
FN - Sim. Quando entrei na arbitragem em 1994, como assistente de Daniel Soares, tinha o objectivo de ir muito mais longe. Mas, por vezes, as coisas não correm como nós gostaríamos.
NG – Como é que define a experiência de apitar nos campeonatos nacionais?
FN – Não tenho grande experiência como árbitro nos campeonatos nacionais, até porque sempre fui assistente do Daniel Soares. Apesar disso, deu para observar e aprender bastante uma vez que trabalhámos muito nessa época.
NG – Que diferenças é que aponta entre apitar nos nacionais ou nos distritais?
FN – Claro que o campeonato nacional é muito diferente do distrital, embora, em termos de arbitragem, eu considere que todos os jogos são importantes, e é por isso procuro sempre dar o meu melhor, sendo correcto e justo com tudo e todos. Mas, pelo que vi, considero que nos campeonatos nacionais, havia mais competitividade e o futebol é muito mais rápido, além das condições para os árbitros também serem muito melhores.
NG – Para a realizar uma boa época é necessário estar bem preparado física e psicologicamente. Ao nível da preparação física, qual é o tipo de treinos é que adopta?
FN - Psicologicamente estou sempre bem, e isso devo-o, em grande parte, à família que me proporciona uma vida estável. Ao nível físico posso dizer que treino diariamente, corro e faço algum exercício no ginásio. Mas também posso acrescentar que levo uma vida regrada, não cometendo exageros de todas as espécies.
NG – Qual foi o jogo mais complicado de dirigir na temporada que findou?
FN - Foi o jogo Soito - Guarda Desportiva.
NG – E o mais fácil?
FN – Acabou por ser a final da Taça de Honra da Associação de Futebol da Guarda entre o Vila Cortês – Gouveia, porque o intervenientes acabaram por ajudar muito.
NG – Acha que os jogadores ainda discutem muito, ou a mentalidade deles já está a mudar?
FN - Penso que os jogadores já não discutem tanto, mas, nesse aspecto, eu também não facilito porque exijo respeito e trato todos por igual.
NG – Que opinião tem sobre o estado da arbitragem no distrito da Guarda?
FN - Penso que a arbitragem na Guarda tem vindo a melhor muito nos últimos anos, e não será por acaso que temos tido mais árbitros nos campeonatos nacionais, o que transmite mais saber e experiência.
NG – Considera que em termos de valores/qualidade, temos árbitros capaz de ombrear com os colegas de outros distritos?
FN - Sim, considero que os árbitros da Guarda, se lhes derem condições e oportunidades, são tão bons como os outros.
NG – Financeiramente compensa ser-se árbitro?
FN - Não. Eu tenho o meu emprego e ando na arbitragem por gosto.
NG – A Associação de Futebol da Guarda já liquidou as dívidas com os árbitros referentes à temporada 2008/2009?
FN - Sim, está tudo pago.
NG – Houve alguma tensão entre os árbitros e o presidente do Conselho de Arbitragem (CA). Neste momento, como é que são as relações dos árbitros com o presidente do CA da Associação de Futebol da Guarda?
FN - Pessoalmente nunca tive problemas com o Conselho de Arbitragem. Mantenho uma relação cordial e aberta. Respeito para ser respeitado. Mas, mesmo que tivesse algum tipo de problemas este não seria o local e a forma correcta de os expor.
NG – O que é que acha que é necessário para ser-se árbitro?
FN - O principal é gostar de futebol e de arbitragem. Depois, é preciso ter certos atributos, uns inatos e outros que se vão adquirindo com o tempo, como a seriedade, calma e coragem. Ter conhecimento profundo das leis de jogo, e uma condição física sempre em alta, também são factores importantes. Depois como tudo na vida é preciso trabalhar muito e possuir espírito de sacrifício.
NG – É fácil lidar com todos os insultos que lhe são dirigidos durante noventa minutos?
FN – No início não é fácil. Mas, com o tempo vamo-nos habituando, e como estamos concentrados na nossa tarefa (já por si árdua) não ligamos.
NG – Qual foi o momento que mais o marcou na arbitragem?
FN - O facto de ter sido assistente num jogo da Divisão de Honra foi um dos momentos mais marcantes. Outro aspecto marcante foi ter arbitrado a minha primeira final da Taça de Honra, entre Vila Cortês e São Romão, na época 2005/2006.
NG - Tem algum ritual ou alguma superstição quando se está a preparar para apitar um jogo? Qual?
FN - Não tenho nenhum ritual nem superstição espiritual. Procuro concentrar-me o mais possível para executar as minhas tarefas preparatórias do jogo com calma.
NG – Apesar de uma longa carreira na arbitragem distrital, esta é a primeira vez que é distinguido, pelo Jornal Nova Guarda, como melhor árbitro do campeonato distrital. A quem é que dedica este prémio?
FN - Este prémio é dedicado à minha família (esposa e filhas), pois foram elas as mais sacrificadas com as minhas ausências nos fins-de-semana, não só nesta época, mas ao longo de todos estes anos de arbitragem. Sei que não estive presente, em certos momentos em que devia ter estado, e é por isso que lhes dedico esta conquista como prova do meu amor por elas. Também dedico este prémio a todos aqueles que de forma directa ou indirecta me ajudaram ao longo da minha carreira.
Por: André Sousa Martins
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Árbitros do NAF-Guarda participam no 1º Torneio concelhio de Futebol 7 de V N de Foz Côa
Hugo Geraldes, árbitro da 3ª categoria nacional, e seu pai, José Geraldes, antigo árbitro dos quadros da A F Guarda, visitaram ontem (15/07/2009) as instalações do Núcleo de Árbitros de Vila Nova de Foz Côa, tendo à noite arbitrado 3 jogos do 1º Torneio Concelhio de Futebol de 7 , uma organização a cargo do Gabinete de Desporto do Município de V N de Foz Côa e que tem tido a colaboração do NAF Foz Côa, nomeadamente através das arbitragens de António F. Nevado, Tiago Cadete , Virgílio Pessoa e Daniel Soares.

































